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segunda-feira, 10 de março de 2014

Imposto de Renda 2014 - Perguntas e Respostas

A Receita Federal publicou o "tira-dúvidas" do Imposto de Renda Pessoa Física 2014 - Ano Calendário 2013.

IRPF 2014 - Perguntas e Respostas


O documento possui exemplos, definições e orientações para declaração do imposto de renda 2014, clique na imagem abaixo para ver um exemplo:


Para baixar o arquivo PDF com as Perguntas e Respostas sobre a declaração 2014 do seu imposto de renda, clique aqui.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Venda Coberta de Opções

Você sabia que há uma forma simples de remunerar sua carteira de investimentos utilizando uma operação simples com derivativos chamados Opções?

O que são opções?


Uma opção de um ativo adjacente será ou o direito de comprar (opção de compra) OU o direito de vender (opção de venda) o ativo em questão por um determinado preço e dentro de um determinado período de tempo no futuro.

Vamos usar uma analogia com imóveis para exemplificar: 
Imagine que você vai comprar um apartamento, mas não tem o dinheiro para agora, somente para daqui 1 mês. Mas você não quer perder a oportunidade porque adorou a localização, o espaço etc. Você então pode combinar com o proprietário o seguinte:

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Remunerando a Carteira Sem Gastar Tempo

Mais uma participação no canal oficial do site Bastter.com no Youtube.

Abaixo o video onde explicamos como gastar minutos para fazer venda coberta de opções sobre suas ações com objetivo de remunerar a carteira.

Voltado principalmente para quem já tem ações de empresas que possuem liquidez em opções como Petrobras, Vale, OGX, Banco do Brasil, BVM&F, Gerdau, Itau e Bradesco.

Os detentores de uma ou mais destas ações tem a possibilidade de remunerar sua carteira vendendo opções gastando muito pouco tempo para isso. Qualquer capital ganho com esta operação servirá para comprar mais ações e desta forma potencializando o efeito dos juros compostos.

Assista para entender como esta operação é totalmente viável mesmo para aqueles que não tem como acompanhar o mercado diariamente.

domingo, 2 de setembro de 2012

A venda coberta e a direção do mercado

Muitas pessoas pensam que o sucesso da venda coberta de opções está *diretamente* ligado à direção do mercado. É aquela famosa afirmação de que, para vencer lançando opções, é preciso de uma mercado de baixa. E que no mercado de alta seria a hora de parar com esta operação.

Depende.
Acho isso é uma equívoco. Pensando desta forma, o operador que utiliza a estratégia de venda coberta OTM com intuito de remunerar sua carteira simplesmente irá parar de fazer tal operação em mercados altistas.

Porém, percebam que a questão não é a direção do mercado e sim o operador e seu método.

No mercado de baixa, temos sim a sensação de maior facilidade para ganhar as vendas, já que algumas vezes conseguimos zerar a venda rapidamente, em menor tempo do que esperamos.

Mas não é algo definitivo: "vender OTM só na baixa".
Há de se notar que em mercados baixistas, a volatilidade aumenta e esta sim é a pior inimiga do lançador. Se o operador não buscar lastro, bastará um dia de alta forte para que ele comece a 'passar calor' e acabar zerando (talvez no prejuízo) uma venda que tinha tudo para ser terminada no lucro.

O problema do operador que se baseia na direção do mercado para vender VE é que ele passa a 'seguir a tendencia de baixa' e começa a aceitar lastros MENORES e acaba sendo 'violinado' facilmente.

Pior, ele segue tanto a tendencia, que se o mercado reverter e ele entrar numa de "é só um repiquezinho" e não acionar seu stop, acaba sendo exercido resultando numa venda de suas ações no fundo.

Outra coisa ruim que vejo nos operadores que se preocupam com a direção do mercado em vez do seu método e na constante melhoria do seu jeito de operar é que ele acaba parando de fazer a venda coberta em mercados de alta. Isso faz com que ele perca a oportunidade de ter um plus na remuneração da carteira.

Por isso na minha opinião, avaliar a relação "lastro x tempo x tamanho do VE" mais importante do que a direção do mercado. Isso para quem quer ser vencedor no LP com VC OTM.

Nesta relação, particularmente, dou um peso levemente maior para o LASTRO. Pois é ele quem me protegerá das altas volatilidades em mercados baixistas e me manterá calmo nos tempos de alta.

Ainda que eu fosse dar alguma atenção para o fato do mercado estar de alta, quando fosse o caso, eu olharia de modo mais distante, dando aquele zoom afastado.

Ou seja, tomemos como exemplo a VALE5:

Olhando um gráfico mensal dela (só para ter noção da variação, não é para utilizar para fazer VC), podemos notar que este ativo poquíssimas vezes subiu mais de 12% desde a abertura até ao fechamento de qualquer mês. Mesmo em períodos de altas como os anos de 2007 ou 2009, por exemplo.


É um estudo empírico, não estou olhando para a volatilidade naqueles meses, nem pesquisando o tamanho dos VEs em cada vencimento. Mas consigo perceber que um vendedor coberto que lançou opções OTM buscando lastros de, digamos, uns 10%, foi vencedor na soma das operações de todo o período já que teve que stopar no prejuízo.

E nem estou considerando que a venda não é obrigatoriamente feita na abertura do mês.

Portanto, passar calor em algumas vendas é normal, mas não significa que será stopado no prejuízo.
Se for stopado, normal também.
Importante é que não tome um stop tão grande que devolva o trabalho de meses de venda, às vezes anos.

Esqueça a tendencia.
Esqueça as cotações.
Siga seu método.
Se o método usado for levando em conta 'lastro x tempo x tamanho do VE',
suas chances de sucesso no LP serão enormes!

Boa remuneração de carteira pra todos !

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Operar opções NÃO é operar movimentos direcionais


Esse final de semana vi algumas pessoas muito temerosas com travas de alta montadas na sexta-feira em Petrobras, pelo simples fato que a empresa divulgou resultado negativo do lucro líquido.

O medo do pessoal, era que o papel fosse despencar nesta segunda, e tais travas dariam prejuízos para muitos.

Pois bem, é preciso repetir mais uma vez:
'Operar opções NÃO é operar movimentos direcionais'

Antes disso: não há certeza na bolsa. Quanto mais certeza que você possa ter em relação a uma queda ou uma alta, mais você acabará perdendo.

Voltando ao VE, um belo exemplo é a trava de alta +PETRH18 / -PETRH19, esta trava chegou a custar 0,67 centavos para ser montada na quinta-feira (02/08), com spread máximo de 0,83 cents.

A despeito de resultado trimestral, cair ou subir, o que importa é que a operação (para quem montou) segue tranquila, com spread fechando hoje a 0,76 cents.

Não estou discutindo se valia à pena fazer a montagem.
Estou apenas tomando isso como exemplo para aqueles que insistem em operar opções usando movimentos da ação.

E se tudo desse errado?
E se a petrobras realmente despencasse para 16, 15..10 reais?

Nada para se emocionar, bastava o operador montar sua trava com custo que ele aguentasse perder tudo e pronto.

Exemplo: Se custava 0,70 cents para montar e perder 700 reais não o abalaria, faria com 1.000 opções e pronto.
Se fosse metade disso, 350... usava 500 opções...
E por aí vai...

Até chegar a risco mínimo que a pessoa queria correr: ZERO reais
Para isso, montava com ZERO opções, isto é, não montava a operação.

Simples assim.

Pare de tentar prever o futuro
Mesmo que "tudo indique" alguma coisa.

Carlos Magno

sábado, 16 de junho de 2012

Chat Ao Vivo na Bastter.com

Programação Chat ao Vivo Bastter.comCom muito orgulho que informo que estou fazendo parte do quadro de colaboradores do portal bastter.com e que à partir de Terça-feira, 19/06/2012 farei o Chat ao Vivo sobre Bolsa e Venda Coberta para Iniciantes.

Para participar do Chat, é só ir no endereço abaixo às 21hs!
http://www.bastter.com/Mercado/Live.aspx

O método de venda coberta, utiliza os Marcadores Bastter e o VC Blue.

Para conhecer o VC Blue assista este video: Nunca foi tão fácil fazer Venda Coberta

Os marcadores criados por Mauricio Hissa, O Bastter, são usados para operar opções de forma simples e com eficiência.

Abaixo, os marcadores usados para a venda coberta. É importante lembrar que todos os direitos são reservados.

Todas essas fórmulas não precisam ser decoradas. O VC Blue calcula tudo para nós. Outras ferramentas do site como o quadro de opções e a planilha online também calculam tais marcadores.

As fórmulas abaixo são apenas para que o usuário entenda a essência:

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Esqueça Rolagem

Quem começa a fazer venda coberta de opção sem um método definido, sem um plano, acaba inventando uma forma de tentar se safar do prejuízo em vez de assumi-lo e stopar a venda.

O nome que deram para isso foi "rolagem". 

Isto é, o cara vende uma opção por 0,40 cents. Aí ela vai a 1,20. Em vez de ele zerar e assumir o prejuízo e analisar onde errou para não fazer o mesmo na próxima venda, ele recompra e imediatamente já vende outra opção da série seguinte, por uns 1,50.

Ele acha que está no lucro:

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Opções: uma analogia em TI


Opções é algo trivial? Sim, mas não no Brasil, infelizmente.

Enquanto que por aqui, só uma minoria de pessoas conhece opções de verdade, sabem que ficar operando à seco de forma insana tem expectativa negativa, sabem que venda descoberta não faz sentido, etc. Lá nos EUA parece que, mesmo existindo "apostadores" em opções, esse assunto é muito mais comum do que por aqui no nosso país.

O exemplo que corrobora com isso: um amigo e colega de trabalho, arquiteto de software, me enviou este artigo Bad code isn’t Technical Debt, it’s an unhedged Call Option - que fala sobre dívida técnica, um termo totalmente relacionado à tecnologia da informação, definido por Ward Cunningham - descreve a dívida que a equipe de desenvolvimento de software assume quando escolhe um design ou abordagem fácil de implementar no curto prazo mas com grande impacto negativo no longo prazo.

Ou seja, dívida técnica é a idéia de que fazer um código fonte qualquer para entregar o sistema rapidamente correndo o risco de no futuro ter mais trabalho para corrigir, manter, etc.

O interessante é ver que no artigo, o autor faz analogia com o mercado de opções (!!). Acredito que ele assuma que seus leitores - pessoal de TI e não do mercado financeiro - entenda que correr risco de programar com design simples demais e até de baixa qualidade, pode ser o mesmo risco de comprar opção à seco.


Call options are a better model than debt for cruddy code (without tests) because they capture the unpredictability of what we do.

Para quem gosta de opções e ainda por cima é de TI, é muito interessante a analogia.

Será que um dia a renda variável vai ser algo comum para o brasileiro que até poderemos fazer analogias em nossos assuntos pessoais e de trabalho que todo mundo vai entender? Talvez, seja entendida de forma tão simples como 1 + 1 ?

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Obs.: mais sobre dívida técnica em TI:

- http://msdn.microsoft.com/pt-br/magazine/ee335722.aspx
- http://www.infoq.com/br/news/2009/10/dissecting-technical-debt

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Venda descoberta de opções: operação sem sentido

 Engana-se quem pensa que este artigo é apenas para dizer que a venda descoberta tem risco ilimitado, etc, etc. Embora isso seja verdade e, pasmem, há analistas técnicos famosos que dizem que este risco é "teórico", parece que há algo que nenhum investidor que opere venda descoberta de opções sequer tenha pensado. Se pensou e mesmo assim faz a operação, não pode ser chamado de investidor e sim de jogador.

Este detalhe desconsiderado é a taxa de ganho. Como em qualquer operação financeira, todo lucro e prejuízo é medido por taxa percentual, se você investe 100 reais e ganha 20, teve lucro de 20%, se perdeu 35, o prejuízo foi -35%. Simples. Porém, algo que não parece claro é, se você investe 10 mil e ganha 20 reais NÃO é a mesma coisa que investir 100 e ganhar 20, ainda que o ganho nominal seja igual (20=20). Simples mas alguns não aceitam.

Estas mesmas contas simples não são percebidas por aqueles que ficam ávidos em vender opções a descoberto. Antes, uma rápida explicação sobre a operação em si para aqueles que não conhecem e então falemos sobre a falta de sentido em não se considerar a taxa. Se você conhece opções, pule os próximos parágrafos e vá para "voltando às taxas".

Opções são derivativos que quando adquiridos, dão direito de compra ou de venda para aquele que adquiriu, chamado titular. Falando sobre opções de compra, as mais negociadas no Brasil, o titular da opção possui o direito de comprar determinado papel pelo valor definido em tal contrato até certa data pré-definida. Ao exercer esse direito, aquele que vendeu, chamado lançador, é obrigado a vender a ação pelo valor do contrato. Isto é, mesmo que por exemplo Petrobras esteja sendo negociada por 40 reais, quem tiver o direiro de comprar por 20,00 poderá faze-lo obrigando o lançador que possui as ações a vender por este valor.

Aí é que se define o famoso risco ilimitado para quem vendeu (lançou) uma opção SEM possuir a ação:

Imagine um lançador que vende 1.000 opções sobre ações da Petrobras de preço 25,00 e recebe um valor por isso. Se no dia que expirar esse contrato, a Petrobras estiver abaixo de 25,00 ninguém irá exercer o direito de compra justamente porque poderia comprar no mercado mais barato. Digamos que Petrobras esteja a 27,00 o lançador tem obrigação de vender por 25,00 e estaria perdendo 2,00 por ação, mas como recebeu um valor pela venda da opção o prejuízo foi menor ou até ficou no lucro, dependendo por quanto ele vendeu a opção. O problema é aquele que NAO tem Petrobras, ele é obrigado a ir no mercado, comprar por 27 e entregar por 25. Até aí prejuízo aceitável, já que no início do exemplo consideramos 1.000 opções dando um prejuízo de 2.000 reais.

Agora imagine que Petrobras descobriu um poço de petróleo enorme, digamos, Tupi. As ações disparam e vão a 50 reais por exemplo. O lançador tem que comprar o papel por 50 reais para entregar por 25... no nosso exemplo, estamos falando de 25.000,00 (isso se ele vendeu 1000 opções, se foi mais, multiplique proporcionalmente).

Note que esse pode ter sido o lucro de anos de operações, entregues de uma só vez. Se não tem o dinheiro, aí vem a corretora executar o que ele tem para pagar a dívida. Pode ser aquele carro que tá na garagem, comprado quem sabe com muita dificuldade...

Voltando às taxas

Quanto ao risco dessa operação, não se discute, dependendo de quantas opções vendeu e para quanto o papel subiu, realmente estamos falando de risco ilimitado. Como a cotação do papel não tem limite superior, pode subir ilimitadamente, o risco é o mesmo.

Os equivocados se colocam nesse risco insano por pura falta de conhecimento
Eles não prestam atenção na taxa. O risco/benefício é pior do que em outras operações muito mais seguras. O operador descoberto de opções, lança uma opção de 1 real esperando que ela não dê exercício e com isso ele "ganha 1000 reais fácil (?)". Só que, além do risco altíssimo, há dois detalhes importantes que são negligenciados apenas por super-amadores ou por quem tenta ser mais esperto que o mercado. Esses detalhes são a margem chamada e a taxa de retorno.

Veja como é uma operação sem sentido:

a) venda descoberta de 2.000 opções a R$1,20 = recebe R$2.400

- risco máximo: ilimitado
- ganho máximo: 2400 reais
- margem 400% : 4 x 2.400 = 9.600
- taxa de retorno maximo = 2400 / 9600 = 25%

b) trava de baixa de 2.000 opções recebendo spread de 1,20 = recebe R$2.400

*considerando uma trava com opções que tem diferença de preços de exercício de 2,00

- risco máximo: LIMITADO a 2,00* - 1,20 = 0,80 centavos x 2000 opções = R$1,600
- ganho máximo: 2400 reais
- margem      : 2000 opções x 2,00* = R$4.000
- taxa de retorno maximo = 2400 / 4000 = 60%

Percebam que a maioria das corretoras pedem pelo menos 400% de margem sobre a venda. Ou seja, para cada 1 real vendido é preciso deixar 4 na corretora. Uma  trava de baixa normalmente tem chamada de margem calculada pela multiplicação do número de opções vendidas pela diferença entre os preços de exercício (strikes) das opções da trava.

Isto faz com que no cenário 'a' sejam chamados 9.600,00 reais de margem e no cenário 'b' menos da metade disso, 4.000,00 reais. Ambas operações com objetivo de ganhar no máximo 2.400,00 reais.

Quem em sã consciência colocaria em jogo mais de 9 mil reais no em detrimento de colocar menos da metade disso para buscar o um ganho menor? Sim, um ganho menor, pois não se olha o valor recebido na operação e sim a taxa recebida. Na operação 'a' o ganho foi de 25% e na operação 'b' é de 60%. E ainda por cima correndo o risco de perder a margem e ainda sair devendo no caso da operação ir contra.

Só mesmo não sabendo o que está fazendo para colocar mais dinheiro em jogo com intuito de buscar ganho menor e ainda podendo sair devendo da operação.

...e o pior que ainda tem gente cobrando para ensinar os novatos a fazerem uma operação dessas. Antes de entrar em qualquer operação, verifique todo o plano e veja se vale a pena. Afinal, operações que parecem fáceis são as que podem lhe dar mais dor de cabeça.